consultaleilão
Modelo: dados fictícios. A consulta real é entregue só a quem contratou.
Este é um exemplo do tipo de informação que a diligência presencial traz. Não é um template fixo. O formato final do laudo é montado a partir da visita real ao imóvel, então pode variar mais de caso a caso do que nos produtos que só leem documento.

Modelo do relatório · Ocupação e Morador

Casa térrea 3 quartos, Bairro Exemplo

Rua Modelo, 456 · Cidade Exemplo/EX · Leiloeira Exemplo Leilões · Extrajudicial (Lei 9.514/97)

Status apurado na diligência

Ocupado por locatário

Veredito

Viável com ressalvas

Ocupação por locatário sem contrato averbado na matrícula: a posse é pacífica hoje, mas a ausência de documento formal aumenta a chance de a desocupação exigir ação judicial de imissão na posse, o que estende prazo e custo antes de você poder usar o imóvel.

Para o veredito consolidado do imóvel, veja a Cautelar Completa.

Status declarado no edital

O edital declara

PDF do edital

O que o próprio edital diz, em texto, sobre a ocupação do imóvel: se está ocupado, por quem, e se atribui a desocupação ao arrematante. É o ponto de partida, mas o edital pode estar desatualizado ou simplesmente omisso sobre isso.

O edital menciona que o imóvel pode estar ocupado, sem detalhar por quem, e atribui ao arrematante a responsabilidade pela desocupação.

Locação averbada na matrícula

PDF do edital

Se o edital menciona a existência de contrato de locação averbado na matrícula. Locação averbada pode dar ao locatário direito de continuar no imóvel por um tempo, o que muda quando você consegue de fato usar o bem.

O edital não menciona locação averbada na matrícula.

Última visita oficial

PDF do edital

Data e tipo da última vistoria ou laudo de avaliação oficial citado no edital. Vistoria antiga é sinal de que a situação real pode já ter mudado. Quem morava lá na época pode não ser quem mora hoje.

Laudo de avaliação de 14/03/2025, sem revisita oficial registrada depois disso no processo.

Diligência presencial

Imóvel habitado hoje

Visita presencial do diligente

Confirmação visual, feita pelo diligente no dia da visita, de sinais de que alguém mora no imóvel agora (luz, roupa no varal, movimento). É o dado mais atual que existe: corrige o que o edital declarou, que pode estar desatualizado.

Sim: luzes acesas, roupas no varal e veículo na garagem no momento da visita, em 20/08/2026.

Quem mora

Visita presencial do diligente

O diligente busca identificar, pela visita e por conversa com vizinhos ou porteiro, quem ocupa o imóvel de fato: o antigo dono, um familiar dele, um locatário ou um terceiro sem vínculo. Saber quem mora muda toda a estratégia de retomada.

Uma família de 3 pessoas que se identificou como locatária, não o antigo proprietário.

Há quanto tempo ocupado

Visita presencial do diligente

Estimativa de tempo de ocupação levantada em campo, junto ao ocupante ou à vizinhança. Ocupação antiga tende a exigir mais negociação e tempo pra desocupar do que uma ocupação recente.

Aproximadamente 2 anos, segundo relato do próprio ocupante e confirmação de um vizinho.

Conservação visível

Visita presencial do diligente

Estado aparente do imóvel visto de fora (fachada, muros, telhado) no dia da visita. Ajuda a estimar reforma necessária e serve de alerta se o imóvel estiver sendo depredado.

Fachada e área externa em bom estado, sem sinais de abandono ou depredação.

Pessoas vulneráveis

Visita presencial do diligente

Indícios, observados na visita, de idosos, crianças, gestantes ou pessoas com deficiência morando no imóvel. Isso influencia prazos e o tom de qualquer negociação de desocupação, inclusive se o caso for parar em juízo.

Não foram identificadas crianças, idosos ou pessoas com deficiência no domicílio no momento da visita.

Vínculo jurídico do ocupante

Contrato de locação

Visita presencial do diligente

Se existe contrato de locação vigente, apurado durante a visita (relato do ocupante, indícios no local). Locatário com contrato anterior à consolidação da propriedade pode ter direito de ficar até o fim do prazo contratado.

Ocupante relatou contrato de locação verbal com o antigo proprietário, iniciado em 2024, sem cópia apresentada ao diligente.

Comodato / familiar

Visita presencial do diligente

Se quem ocupa é familiar do antigo proprietário, morando de forma gratuita (comodato). Esse vínculo costuma pedir uma negociação mais delicada, e às vezes mais lenta, do que a desocupação de um terceiro sem relação com o antigo dono.

Não se aplica: o vínculo relatado é de locação, sem parentesco com o antigo proprietário.

Posse mansa e pacífica

Visita presencial do diligente

Se a ocupação observada é pacífica (sem sinal de disputa, barricada ou resistência) ou já mostra indícios de conflito. É um dos fatores que mais pesa no risco de a imissão de posse virar um processo longo.

Posse pacífica no momento da visita, sem sinais de conflito ou resistência à presença do diligente na área externa.

Estratégia de imissão na posse

Tempo estimado de imissão

Visita presencial do diligente

Estimativa, a partir dos achados da visita, de quanto tempo leva pra desocupar o imóvel: via negociação extrajudicial ou ação de imissão na posse. Ajuda a planejar quando você de fato vai poder usar o imóvel.

Entre 4 e 8 meses, via notificação extrajudicial seguida de ação de imissão na posse, caso não haja acordo.

Custo estimado

Visita presencial do diligente

Estimativa de quanto custa a desocupação: honorários, custas e eventual ajuda de custo negociada com o ocupante. Esse valor deve entrar na sua conta de viabilidade do lance, além do preço do imóvel.

Entre R$ 3.000,00 e R$ 8.000,00 em honorários e custas, mais eventual ajuda de custo negociada com o ocupante.

Risco de resistência ativa

Visita presencial do diligente

Avaliação do risco de o ocupante resistir à saída: recusa de entrada do diligente, sinais de conflito, histórico de disputa. Risco alto aqui é um dos fatores que mais eleva tempo e custo do processo de retomada.

Baixo a moderado: ocupante colaborativo na visita, mas sem contrato formalizado, o que pode gerar disputa sobre o prazo de saída.

Estratégia de imissão na posse

Como não há contrato averbado na matrícula, a arrematação não fica automaticamente vinculada ao locatário. O caminho recomendado é notificação extrajudicial com prazo razoável para desocupação voluntária (30 a 60 dias), com proposta de ajuda de custo. Sem acordo, o passo seguinte é a ação de imissão na posse, com prazo médio observado nesse tipo de caso entre 4 e 8 meses.

Cenário melhor

Desocupação voluntária em até 60 dias após a notificação, sem custo além da ajuda de custo negociada.

Cenário central

Necessária ação de imissão na posse, com desocupação em 4 a 8 meses e custo de R$ 3.000 a R$ 8.000 em honorários e custas.

Cenário pior

Resistência do ocupante, recursos no processo e desocupação só após 10 a 12 meses, com custo total acima de R$ 12.000,00.

Reserva recomendada

R$ 8.000,00 + 6 meses de prazo até o uso pleno do imóvel

Resumo da vizinhança

Vizinhos confirmam a presença da mesma família há cerca de 2 anos, sem relatos de conflito ou reclamações registradas.

Observações do diligente

Ocupante recebeu o diligente de forma cordial na área externa, mas não permitiu acesso ao interior do imóvel, comum nesse tipo de diligência e não impede a avaliação externa.

Fotos da diligência

Foto ilustrativa: fachada (exemplo fictício, sem foto real disponível neste modelo)

Foto ilustrativa: entrada e garagem (exemplo fictício)

No relatório real, aqui entram fotos tiradas pelo diligente durante a visita: geralmente da fachada e da área externa, respeitando o que foi possível observar sem entrar no imóvel.

Este documento não constitui parecer jurídico. A diligência presencial reflete o que foi observável no dia e horário da visita. Situações de ocupação podem mudar depois disso. Verifique sempre o edital oficial e a matrícula atualizada antes de dar o lance.

Pronto pra saber quem está no seu imóvel?

Mesma diligência, com o imóvel real do seu caso. R$ 99, entrega em 2 a 4 dias úteis.